HOPI HARI 2012
FAZENDA DO CAFÉ 2012
BETO CARREIRO 2013
Todas estas fotos foram tiradas em momentos de muita alegria e diversão..
No HOP HARI estávamos andando no parque e falando da adrenalina que foi estar naquela roda gigante, pois eu tenho muito medo de altura e nesse mesmo momento eu disse: Esse brinquedo de longe é tão pequeno que parece brinquedo de criança,mas me faz sentir um medo enorme quando chego perto.. Eu medi ele com meus dedos e tirei a foto...Na FAZENDA DO CAFÉ, foi diferente, com a galera da Faculdade de História, estávamos falando como aquele lugar era lindo, da natura, das árvores, lembrando que aquele lugar tão lindo uma época atrás havia sido um cenário de escravidão,pois nessa fazenda ainda se mantém a senzala, os locais de castigo, as ferramentas usadas pelos escravos, estávamos pensando e falando várias coisas, foi ai que depois de várias reflexões sobre aquele lugar e por tudo que provavelmente aconteceu ali,decidimos fazer algumas fotos engraçadas e diferentes, essa foi uma homenagem á natureza, então fizemos um coração em volta da árvore em agradecimento e respeito por aquele momento e pela história de quem viveu naquele lugar.No BETO CARREIRO, dia de muita diversão e cansaço, essa foto foi tirada já no fim do dia, estávamos quebrados, super cansados, quando sentamos no gramado perto desse tubarão e o vimos, dissemos que parecia que tínhamos sido engolido por um tubarão de tão moídos que estávamos.. foi dai que entramos dentro dele para retratar nossa situação.
Minhas Memórias
"Aquilo que persistimos em fazer torna-se mais fácil de realizar; não que a natureza da tarefa mude, mas que nossa capacidade aumenta"" (Heber J. Grant)
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Fotos De Minha Autoria
sábado, 16 de novembro de 2013
CAPITÃES DA AREIA - o que senti ao ler Jorge Amado e O mundo tratado pelos autores Plínio Marcos e Jorge Amado nos livros Querô e Capitães da areia
Partindo do contexto histórico da época, período do estado novo, ditadura Vargas, o país vivia intensamente a luta de classes como vive até hoje. Lembro que quando li minha irmã que me apresentou e disse,o livro de Jorge Amado na época que foi editado, foi censurado e a edição quase toda queimada,não havia entendido bem, porém agora percebi que foi devido ser uma história que incomodava o governo,pela denuncia,em contar a história de um bando de crianças de rua, marginalizadas que desafiam o estado, transgridem regras e quebram as ordens estabelecidas. O que me chama a atenção é o fato de que roubam dos ricos e dividem entre si, uma verdadeira justiça social, contam com o apoio de algumas pessoas da sociedade , padre, mãe de santo, operário, estudante, se assemelhando com grupos comunistas que na época eram grupos subversivos e perigoso, pois eram contrários as ideias do governo. Tive vários sentimentos ao ler pela segunda vez esse livro, e vi como meu modo de ver O mundo mudou, eu havia lido esse livro em 2011, não com um olhar histórico critico nem pedagógico, pois na época não estava envolvida com a educação, nem tampouco estava preocupada com o contexto histórico, li como um romance, hoje acrescento uma crítica na questão da situação do menor abandonado, da criança desamparada, sem pai e sem mãe, da sociedade elitista, preconceituosa, do descaso do estado, com tal situação. O sofrimento das crianças por não serem assistida pelo governo. Essa história é tão atual, muitos meninos e meninas estão jogados nas ruas sem perspectiva nenhuma, claro que hoje o foco dessas crianças que vivem experiências de adultos nas ruas mudou, pois, no livro viviam do roubo, do furto, com propósitos, (MINHA OPINIÃO) cuidando um do outro, uma espécie de Hobin Hood , mas hoje estão mergulhados no mundo das drogas, onde o capitalismo contribui muito, são pequenos traficantes e usuários que são maltratados pela sociedade (entendo sociedade como sendo esse conjunto de pessoas que vivem uma mesma norma ou regra e se interagem entre si), porém esses mesmos jovens e crianças sofrem também por por viverem à margem da sociedade. No livro mostra a mudança na vida dessas crianças e isso é muito positivo e eu acredito que a mudança é possível sim, se houver nessa sociedade pessoas capazes de fazer a diferença, (nem que seja na vida de um único ser), assim a história poderá ser reconstruída. Por isso entendo perfeitamente nossa utopia enquanto estudantes de pedagogia e futuros educadores, em acreditar que podemos mudar alguma coisa, isso é valido a esperança é valida e nesse livro o Jorge Amado mostra muito bem isso, a mudança na vida das crianças, que veio da ajuda de alguém, padre, estudante, enfim. Livro bárbaro, historia fantástica, aprendizado para sempre, pois as impressões que ficaram dentro de mim servirão para mudanças em mim mesma como ser humano, ver o outro de outra maneira e acreditar ainda mais na EDUCAÇÂO, mesmo vivendo num país onde não se prioriza isso. O exemplo de Pedro Bala, tanto na questão de líder como de um jovem que não estava preocupado só com seu próprio umbigo e sim com todos que ele liderava e cuidava, ele sabia o que era necessário para resolver a questão das diferenças de classes sociais.. Ele disse certa vez ao seu amigo Sem Pernas: “ – Nem o ódio nem a bondade. Só a luta.”O mundo tratado pelos autores Plínio Marcos e Jorge Amado nos livros Querô e Capitães de areia.Entendi, que ambos em seus textos despontam, personagens cujos comportamentos e cujo enredo e cenário projetam uma realidade social, num levantamento quase documental de denuncias, de situações sociais que, embora atuais, nos levou para uma época de governo ditador, em que o país estava vivendo censura, deram em suas obras voz para a massa excluída da sociedade,ou seja,os pobres. Mostraram o sofrimento e a dor causada pela marginalização,preconceito e por falta de políticas públicas sérias, de amparo social,que atenda crianças e adolescentes em situações semelhantes, pois temos nessas fundações de amparo ao menor, bons corruptos e gente que não gosta de gente e sim de dinheiro, assim como vimos nos livros, crianças violentadas, espancadas nesses espaços que deveriam ser para a criança um refugio, é na verdade um lugar de terror, de desumanidade, e quem permite isso em alguns casos são os diretores, cuidadores das instituições. .
domingo, 6 de outubro de 2013
“O que senti e pensei ao ler Querô, livro de Plínio Marcos”
Ler Querô..
É uma leitura que choca, pois se não fosse designação de leitura para efeitos de nota não teria continuado a ler, porém foi um livro que valeu muito a pena, pois no decorrer da leitura tive vários sentimentos, num determinado momento sentia uma imensa vontade de entrar na história tirar Querô daquelas situações e leva-lo para casa, cuidar dele,pois é uma criança e como pode sofrer tanto,e ao mesmo tempo dava aquela vontade de deixar ele lá se ferrando, pois parecia que ele entrava naquelas encrencas por ser muito burro. Querô na verdade me ensinou muitas coisas, a mais significativa foi sua força de vontade, mesmo com todas as dificuldades sempre buscava o melhor para si, mesmo não conseguindo, sempre fazia a sua maneira, frágil e com muita esperança. Todas as coisas que Querô fez, foi com a intenção de se livrar dos problemas e viver em paz, mas a crueldade da vida urbana, a miséria o não tô nem ai da sociedade, foram cruciais para toda essa trajetória na vida de um jovem, são coisas que deixam claro que ser Querô hoje é a coisa mais fácil, pois tudo isso retratado em "Querô uma Reportagem Maldita" acontece hoje em dia, jovens e crianças a margem da sociedade tratados como lixo, jogados num sistema que não esta nem ai para eles... É revoltante, é cruel...
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
O que venho pensando nos últimos dois meses, depois que entrei no curso de Pedagogia...
O que venho pensando nos últimos dois
meses, depois que entrei no curso de Pedagogia
O meu desejo de cursar Pedagogia veio de uma necessidade que tive ao lecionar no Ensino Fundamental II, onde senti durante a prática docente uma falta imensa de saber mais sobre o aluno, do fator primordial da minha profissão, de saber entender aquela pessoa tão diferente de mim, e como ajuda-lá em sua caminhada na escola... Não foi o fato de ter dificuldade com o conteúdo específico de minha matéria,e sim a dificuldade se saber como educar:Mas o que significa educar alguém ? Nos primeiros dias de aula,eu arriscaria
dizer: "Educar alguém significa ensiná-lo alguma coisa...” Sim, naquele dia eu pensavam desta forma.
Hoje que já vivi esses dois meses de aula sei e entendo que educar não é apenas
ensinar. Eu posso ensinar alguém e não necessariamente educar esta pessoa. O ato de educar encontra-se na esfera do espírito: educar significa algo mais.
Trata-se do trabalho com valores. Educar significa esculpirmos o espírito.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Encontrada
Amada, sente-se querida
Encontra a paz, encontra a vida
Contudo sempre se encontra
Louva, deseja os louros da vida
Espera, se espera
Querência...Vivência
Da alma, fortaleza
Da vida certeza
Do mais vive..
Do mais ama.
Encontra a paz, encontra a vida
Contudo sempre se encontra
Louva, deseja os louros da vida
Espera, se espera
Querência...Vivência
Da alma, fortaleza
Da vida certeza
Do mais vive..
Do mais ama.
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